
"Eis a igreja de São Cuthbert manchada com o sangue dos padres de Deus". (Alcuíno de York, 793)
"Chefe sob cuja sombra os cristãos repousam em paz e que impõe terror nas nações pagãs." (Alcuíno, descrevendo Carlos Magno)

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A tomada pelos otomanos da capital, Constantinopla, mais tarde batizada de Istambul, marcou o fim da Idade Média e abriu o caminho para uma era de descobrimentos

Carlos Magno, o rei dos francos, foi um guerreiro implacável. No fim do século 8, ele submeteu os vizinhos saxões, lombardos e bretões, impondo-se pelo poder de seus exércitos e pela força de sua fé: o catolicismo

A partir do século 4 tudo mudou. Um império gigantesco sumiu, devorado por dezenas de povos bárbaros. Alguns deles sobreviveram até hoje. Outros se perderam para sempre

Ele viveu a maior parte da vida como um mercador analfabeto que, como tantos outros, conduzia caravanas pelos desertos da Arábia, no século 6. Aos 40 anos de idade, porém, tornou-se o profeta de uma religião revolucionária que em menos de 200 anos dominaria metade do mundo

Em menos de 200 anos após a morte de Maomé, pela forçada fé e da espada os árabes conquistaram do sul da Europa até a Índia num movimento expansionista inédito na história

No Alcorão, o livro sagrado do Islã, a mensagem de paz e tolerância está ao lado da incitação à violência e à perseguição. Qual delas prevalecerá?

No século VII, nos desertos da Arábia, viviam populações de raça semita, que se diziam descendentes de Ismael, filho de Abraão. Esses homens estavam divididos em tribos hostis, até o aparecimento de Maomé, profeta que, através da pregação de uma religião comum e de uma enérgica ação política, lhes deu unidade nacional. Nascia assim o povo árabe: povo guerreiro e conquistador que em nome do islamismo – a mais moderna das religiões reveladas – conseguiu incorporar uma imensa região que se estendia da Espanha até a Índia.

A relação "ocidente" e o "Islã" vista por Edward W. Said


Filmes Ruins, Árabes Malvados: Como Hollywood Vilificou um Povo
Documentário que expõe de maneira detalhada como o cinema de Hollywood, desde o início da sua história até os mais recentes blockbusters, mostrou os árabes de forma distorcida e preconceituosa. O filme faz uma análise, baseado em uma longa lista de imagens de filmes, de como os árabes são apresentados como beduínos bandidos, mulheres submissas, homens violentos, sheiks sinistros ou idiotas perdulários, ou ainda como terroristas armados e prestes a explodir pessoas e lugares.
Documentário produzido pelo History Channel
Resumos: Árabes - Império Carolíngio - Império Bizantino

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