Vídeo produzido pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Simples, às vezes simplista, mas coloca em discussão uma questão que não é exclusiva das capitais, no caso São Paulo: quem manda na cidade? Aguardarmos seu posicionamento. Clica ali nos comentários...
"Para entendermos o que está acontecendo, é preciso tomar ao pé da letra a ideia de Walter Benjamin, segundo o qual o capitalismo é, realmente, uma religião, e a mais feroz, implacável e irracional religião que jamais existiu, porque não conhece nem redenção nem trégua. Ela celebra um culto ininterrupto cuja liturgia é o trabalho e cujo objeto é o dinheiro. Deus não morreu, ele se tornou Dinheiro. O Banco – com os seus cinzentos funcionários e especialistas – assumiu o lugar da Igreja e dos seus padres e, governando o crédito (até mesmo o crédito dos Estados, que docilmente abdicaram de sua soberania), manipula e gere a fé – a escassa, incerta confiança – que o nosso tempo ainda traz consigo. Além disso, o fato de o capitalismo ser hoje uma religião, nada o mostra melhor do que o titulo de um grande jornal nacional (italiano) de alguns dias atrás: “salvar o euro a qualquer preço”. Isso mesmo, “salvar” é um termo religioso, mas o que significa “a qualquer preço”? Até ao preço de “sacrificar” vidas humanas? Só numa perspectiva religiosa (ou melhor, pseudo-religiosa) podem ser feitas afirmações tão evidentemente absurdas e desumanas."
Uma batata! A forma de nosso planeta, a que os cientistas dão o nome de geóide, lembra uma batata.
Este globo resulta das observações feitas pelo satélite GOCE ao longo de 12 meses. As zonas amarelas identificam as áreas do planeta com maior gravidade. As azuis, aquelas onde ela é menor.
Manequins com deficiência provocando olhares espantados dos transeuntes na Bahnhofstrasse de Zurique...
A campanha foi concebida para o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência pela Pro Infirmis, uma organização para pessoas com deficiência. Intitulado "Porque quem é perfeito? Aproxime.", objetiva provocar a reflexão sobre a aceitação das pessoas com deficiência. O diretor Alain Gsponer capturou a campanha como um curta-metragem.
Trata-se de um dos discos mais estranhos, belos e cultuados do século 20. A alquimia entre beleza e estranhamento começa na capa, com aquele facho de luz que atravessa um prisma e torna-se arco-íris, para prosseguir nas melodias – hipnóticas, psicodélicas, sofisticadas, em letras sobre a vida cotidiana, o amor, as perdas, ambição, demência, medo de envelhecer e, principalmente, o valor da amizade. Há 40 anos, em 1973, era lançado aquele que muitos consideram o melhor álbum de uma lenda chamada Pink Floyd – The dark side of moon... Veja mais em Semióticas.
Segunda-Feira Ao Sol (Los Lunes Ao Sol)
Filme dirigido por Fernando Léon de Aranoa, com: Javier Bardem, Serge Riaboukine, Luis Tosar.
2002, 113 min.
Eixo Temático do Filme
O desenvolvimento da mundialização do capital e do capitalismo global, a partir da década de 1980, implicou numa nova divisão internacional do trabalho, com impacto significativos em alguns setores industriais nos países capitalistas do Primeiro Mundo, como, por exemplo, Espanha e Reino Unido. Ocorreu um agudo processo de desindustrialização e de reconversão produtiva que atingiu o mundo do trabalho, contribuindo para o aumento significativo do desemprego em massa e do desemprego de longa duração e da precarização do trabalho. Surgiram formas agudas de estranhamento da força de trabalho em virtude da sua desvalorização como mercadoria. Um grande contingente de ex-operários foram obrigados a buscar inserções precárias no mercado de trabalho no setor de serviços em expansão. Enfim, eles foram vítimas da globalização do capital e das mutações do capitalismo global, marcado pela financeirização exarcebada e pela constituição da sociedade em rede. Nessa nova etapa de desenvolvimento do sistema munbdial do capital se engendra uma nova dinâmica social caracterizada pelo sócio-metabolismo da barbarie, isto é, pela aguda dessocialização de amplos contingentes da sociedade do trabalho estranhado. Veja mais...
O documentário "O Mundo segundo a Monsanto" (Le Monde Selon Monsanto, 2008, 108 min.) traça a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão se proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de ambientalistas.
O documentário destaca os perigos do crescimento exponencial das plantações de transgênicos, que, em 2007, cobriam 100 milhões de hectares, com propriedades genéticas patenteadas em 90% pela Monsanto.
A direção é da jornalista independente francesa Marie-Monique Robin e baseado em seu livro de mesmo título.
Vídeo feito há 25 anos por Rita Moreira sobre a onda de assassinatos a gays e travestis da época.
Em 1988, as pessoas não tinham problema nenhum em dizer que gays e travestis deviam ser assassinadas mesmo. E com sorriso no rosto. O prefeito de São Paulo não tinha vergonha de lançar um programa de "caça aos viados". E o judiciário não tinha problemas em absolver o assassino do irmão do Zé Celso.
Muito coisa mudou neste tempo. Mais gente entende que pega mal ser homofóbico... Bem, pelo menos ostensivamente. Tem quem até ache que transfobia é errado também...
Mas ainda temos muitos Felicianos para nos lembrar que muito, muito ainda precisa ser conquistado.
"O projeto neoliberal é privatizar e "commoditizar" tudo. No seu fracasso em realizar promessas de eficiência estão as raízes dos protestos que eclodem pelo mundo e no Brasil. Partidos políticos convencionais, reféns do capital internacional, não conseguem canalizar a raiva que emerge das ruas. Não há ideias novas, e as manifestações vão continuar."
Leia a entrevista com o geógrafo marxista britânico David Harvey, 78, professor da Universidade da Cidade de Nova York.
Infelizmente ainda são muitos os que afirmam não existir racismo no Brasil. E, pior ainda, para muitos a realidade, tal como mostrada nesta reportagem do jornal O Estado de São Paulo (Violência tira 1,73 ano de vida de negros), não será suficiente para revejam seus (pre)conceitos e posicionamentos.
Todo homem tem seu limite, e Dorival resolve enfrentar a tudo e a todos para conseguir o que quer. A história da luta desigual de um homem contra um sistema sem lógica e sem humanidade.
“Tremenda máquina de dominação, essa que se montou, com a República e com que se prolongou a política aristocrática, de base rural, francamente unida à grande burguesia, do comércio e da indústria; mas também sistema rigoroso de seleção, com que se peneiravam as elites, dentro de um critério quase patriarcal e num espírito conservador por excelência.” Fernando de Azevedo, sociólogo
“Num salão de Paris, a linda
moça, de olhar gris,
toma café. Moça feliz... (...).
Quedê o sertão daqui?
Lavrador derrubou.
Quedê o lavrador?
Está plantando café.
Quedê o café?
Moça bebeu.
Mas a moça, onde está?
Está em Paris.
Moça feliz.” Cassiano Ricardo
"O Brasil não tem povo, tem público." Lima Barreto
Sem Pátria nem Patrão - Para realizar seu sonho libertário, muitos anarquistas deixaram a Itália e vieram para o Brasil. No início do século 20, eles agitaram São Paulo - e ensinaram os trabalhadores a lutar por seus direitos.
Canhões contra a Chibata - Em 1910, marinheiros insatisfeitos com os maus-tratos se revoltaram e tomaram parte da frota de navios de guerra do Brasil. Entre ameaças de bombardeio, a capital da nação, o Rio de Janeiro, viveu dias de terror. N. S. Aparecida: Uma rainha para a República - A sagração de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil, em 1931, foi o ponto alto de uma história que se inicia no século XVIII e envolve mistério, fé e política. Abaixo a Vacina! - No começo do século XX, o carioca liderava a maior revolta urbana a que o Rio de Janeiro já assistiu, dizendo "Não!" à obrigatoriedade da vacina contra a varíola e à invasão de seus lares imposta pelo governo. Memória da Peste - Parecia o fim do mundo: cadáveres insepultos, falta de comida e de remédios para enfrentar a maior epidemia de todos os tempos. No Rio de Janeiro, usada politicamente, a gripe espanhola construiu e destruiu reputações.
O pacto dos estados - Após a instabilidade dos primeiros anos, a política dos governadores de Campos Sales consolida as instituições políticas e as normas de funcionamento do novo regime Tragédia anunciada - Coronéis locais, forças estaduais e Exército se uniram para combater as “cidades santas”, territórios autônomos criados por caboclos. Prova de fogo republicana - A Revolução Federalista deixou milhares de mortos e abalou a República recém-proclamada.
Em 20 de outubro de 1916, Aureliano Leal, chefe de polícia do Rio de Janeiro, deu uma ordem aos seus comandados: Antes da apreensão de roletas e outros equipamentos de jogos de azar, os contraventores deveriam ser avisados “pelo telefone.” No ano seguinte, Donga registrou na Biblioteca Nacional os versos de “Pelo Telefone”. É considerado o primeiro samba gravado.
Volta Seca, cangaceiro do bando de Lampião, interpreta "Mulher Rendeira".
“Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós!” Os versos de Medeiros e Albuquerque para o Hino da Proclamação da República anunciavam o tom do regime inaugurado em 1889, tão libertário que seu refrão chegou a inspirar um samba-enredo da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense 100 anos mais tarde. A república que nascia em 15 de novembro de 1889 era alimentada por sonhadores que apostavam nela suas utopias. Mas o regime que se consolidaria seria moldado por setores mais pragmáticos, que agiam movidos por interesses bem objetivos, apenas emoldurados por um discurso idealista. E trazia uma marca que, apesar dos avanços arrancados nos 124 anos de existência – com trancos e barrancos ditatoriais no meio do caminho – deixou marcas profundas na vida política do país: a ausência do povo. Afinal, de nada valem princípios igualitários formais se a cultura da desigualdade impede seu cumprimento.
"(...) Nada se mudaria. O regime sim, era possível, mas também se muda de roupa sem trocar de pele. (...) No sábado, ou quando muito na segunda-feira, tudo voltaria ao que era na véspera, menos a Constituição." [Machado de Assis, Esaú e Jacó. In Obra Completa, p. 1031.] O título do post: Artigo deAristides Lobo, publicado no jornal Diário Popular, Rio, 18/11/1889. Ler o artigo completo. Imagem: Uma das representações simbólicas da República no fim do século XIX, para celebrar o novo regime: A República, óleo sobre tela, Manoel Lopes Rodrigues, 1896
República armada - A Proclamação da República veio seguida de muitos conflitos armados, especialmente no Sul, com direito até a aulas de tiro nas escolas
A ideia de república no Império do Brasil - Ao longo de todo o século XIX, o republicanismo conheceu os mais diferentes projetos, acomodando-se às necessidades de cada região onde era defendido
Recursos educacionais multimídia para a matemática do ensino médio.
Esse é o portal principal para a coleção M³ Matemática Multimídia que contém recursos educacionais multimídia em formatos digitais desenvolvidos pela Unicamp para o Ensino Médio de Matemática no Brasil. São mais de 350 recursos educacionais no formato de vídeos, áudios, softwares e experimentos
As redes sociais parecem ser a solução para um medo que todos temos: a solidão. Elas estão modificando a nossa forma de agir e de pensar. Como resultado disso estamos cada vez mais solitários. Inspirado no livro de Sherry Turkle - Conectado mas só.
Esperamos mais da tecnologia mas será que esperamos menos um do outro? Sherry Turkle analisa como os nossos dispositivos e personalidades online estão redefinindo conexão humana e comunicação - e nos pede para pensar profundamente sobre os novos tipos de conexão que queremos.
São 90 questões inéditas, no formato da prova da primeira fase; o resultado sai na hora e você compara seu desempenho com as notas de corte do último vestibular. Acessar simulado.
A primeira fase da Fuvest é composta por uma prova de conhecimentos gerais relacionados a matérias obrigatórias do ensino médio, com questões interdisciplinares.
Os locais de prova serão divulgados no próximo dia 18. O exame acontece no dia 24, às 13h (os portões abrem às 12h30).
A lista de aprovados para a segunda fase sai em 16 de dezembro. Saiba mais.
"A Matemática, corretamente visualizada, possui não apenas verdade, mas uma beleza suprema - uma beleza fria e austera. Sem a maravilhosa pompa da pintura e da música."
[Bertrand Russel]
É essa a frase de abertura desse vídeo lindo que mostra de forma gráfica, a matemática de coisas corriqueiras. Nós "das humanas" sofremos tanto com o monstro matemático na escola, que esquecemos um pouco da beleza austera de todas as nossas ações.
A primeira versão, a da manchete, é sempre a da polícia. Depois é que há – quando há – o espaço para as testemunhas, para o contraditório. Quando a polícia mata, não há reação.
Parecem imagens de divulgação de um novo filme de terror, mas infelizmente elas são reais. Trate-se de uma estranha (e perturbadora) tradição asiática, onde macacos são treinados para se comportar como pessoas, se vestindo com roupas de criança e forçados a usar bizarras máscaras feitas de cabeça de bonecas, com o objetivo de pedir dinheiro aos transeuntes. Veja.
Prepara-se, no Senado, um golpe contra os trabalhadores do país
"Fazer algumas emendas à Lei Áurea seria apenas um pequeno sacrifício dos trabalhadores para reduzir a “insegurança jurídica'' e impulsionar o progresso." Leia o artigo de Leonardo Sakamoto.
A expansão marítimo-comercial compreende o período das grandes viagens empreendidas pelos países europeus nos séculos XV e XVI em busca de riquezas além-mar. Inseridas no contexto do desenvolvimento do mercantilismo, elas resultaram numa importante revolução comercial e na formação de vastos impérios coloniais.
“E já tudo descoberto / O mui longe nos é perto.” Cancioneiro português, séc. XV
“(...) – Que diabo viestes procurar tão longe, na Índia?
Sem hesitar, Vasco da Gama respondeu:
– Cristãos e especiarias (...)" Álvaro Velho, Roteiro da primeira viagem de Vasco da Gama – 1497-99.
"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu." Fernando Pessoa, Mar Português
Sugestão de filme: 1492 - A Conquista do Paraíso [1492 - Conquest of Paradise]. Ridley Scott. EUA, 1982, 149 min.
Vinte anos da vida de Colombo, desde quando se convenceu de que o mundo era redondo, passando pelo empenho em conseguir apoio financeiro da Coroa Espanhola para sua expedição, o descobrimento em si da América, o desastroso comportamento que os europeus tiveram com os habitantes do Novo Mundo e a luta de Colombo para colonizar um continente que ele descobriu por acaso, além de sua decadência na velhice. Filme belíssimo e trilha sonoro inesquecível.
Imagem: Examination of a Witch, de Thompkins H. Matteson, 1853
Há tempos, bastava uma mulher pensar para ser considerada uma bruxa. Qualquer demonstração de inteligência, questionamento das convenções ou comportamento desviante podia ser interpretado como feitiçaria ou, pior, como a presença de forças malignas, a marca do Diabo. Na tela “O Exame de uma Bruxa”, Thompkins H. Matteson pintou o momento que uma jovem pensante foi trazida aos olhos da comunidade, acusada de bruxaria. Ela é despida na frente de todos, exposta e envergonhada, para o exame que buscava nela o sinal das bruxas, alguma marca que indicava sua iniciação em algum ritual de magia negra, a marca do Diabo. Entre acusadores e perplexos espectadores, a inocência da moça é questionada diante do medo do desconhecido, de crenças obtusas, superstições. Pelo olhar dos outros, o inferno, a intimidade de uma bruxa que todos conheciam naquela pequena vila, alguns nem querem acreditar. Ela não escapará, não há como fugir da ignorância coletiva, nem usando seus supostos poderes malignos, aquele poder de ser uma mulher que pensa. Bruxa! Fonte: Isso Compensa
Amarildo Dias de Souza tinha 47 anos e nasceu na comunidade da Rocinha, conhecida como a maior favela do mundo. Pai de 6 filhos, dividia com eles e sua mulher um barraco de apenas um cômodo sobrevivendo com apenas 300 reais por mês. Foi sequestrado, torturado e morto pela polícia militar do Rio. A tortura e a execução de cidadãos pelas autoridades policiais constituem crimes frequentes na existência dos brasileiros humildes, tenham ou não antecedentes criminais. Por isso é fundamental a ação organizada da sociedade. Por isso é fundamental a ação dos grupos de defesa dos Direitos Humanos. Esses grupos não estão contra a polícia, como os setores conservadores e indivíduos ignorantes vociferam por aí: existem para que cada um de nós, tendo cometido delito ou não, não entre em um carro policial e desapareça, ou reapareça ferido.
Com pouco mais de uma hora, “Sabotage Nós”, documentário dirigido por Guilherme Xavier Ribeiro em co-produção da GuardaChuva com a MTV Brasil, retrata a vida do “Maestro do Canão” em direção a seu primeiro álbum “Rap é Compromisso” Também presente, o momento de ouro do rap nacional no final da década de 90, é representado pela história da “Família RZO”, grupo no qual Mauro Mateus dos Santos, o Sabotage fez parte. Seus filhos dão depoimentos e mostram o dia-a-dia da Favela do Boqueirão, onde moram e onde viveu Sabotage, e ainda levam a reportagem ao que restou da Favela do Canão.
Sabotage era o compositor e cantor de suas músicas. Além de rapper, atuou como ator, em filmes como “O Invasor” e “Carandiru”. Faleceu em 2003, com dois tiros na coluna vertebral, e outros dois na mandíbula e cabeça. “Sabota” como também era conhecido, tinha largado a vida do crime 10 anos antes de sua morte. Em 2002 alegou:
"Moro na favela desde os 2 anos e, dos 8 aos 19, andei no crime que nem louco. Saí por causa de Deus, porque polícia não intimidava, tapa na orelha só deixa a criança mais nervosa". Fonte: http://www.ideafixa.com/sabotage-nos/
Lou Reed, morto hoje (27/10) aos 71 anos, nunca foi um artista popular, mas sua influência no rock é avassaladora. Seu tom agradavelmente monocórdio, as letras falando da vida bandida de Nova York e seus personagens, a crueza e a simplicidade do som, a atitude… Isso foi copiado por todo o mundo. Para citar alguns que fizeram covers de suas músicas: David Bowie, U2, Duran Duran, The Runaways , Jane’s Addiction, Susan Boyle, Beck , Nick Cave, REM, Joy Division, Cowboy Junteis, Gang of Four etc etc. (...)
“O rock’n’roll é tão grande que as pessoas deveriam começar a morrer por ele. Você não entende. A música lhe deu seu ritmo para que você pudesse sonhar… As pessoas simplesmente têm que morrer pela música. As pessoas estão morrendo por qualquer coisa, então por que não pela música? Morrer por ela. Não é bonito? Você não morreria por algo bonito?”
(...)
De certa forma, foi o que ele fez. Leia a íntegra do artigo de Kiko Nogueira no Diário do Centro do Mundo.
Há 44 anos, na fazenda Max Yasgur, em Bethel, NY, se iniciava o Woodstock Music & Art Fair, ou simplesmente Woodstock.
Em uma sexta-feira chuvosa, o que era pra ser um evento pago para 186 mil pessoas se tornou um festival aberto e gratuito, com mais de 500 mil espectadores.
Mais do que um festival com 32 dos principais artistas da época, o Woodstock representou a mentalidade de jovens com ideias contrários à Guerra Fria (que estava em seu auge) e exemplificou para o mundo os movimentos hippie e de contra cultura.
Esses jovens vestiam roupas coloridas, eram cabeludos e principalmente, lutavam por uma quebra de valores de uma sociedade conservadora. Pela primeira vez jovens americanos se recusaram a alistar no exército.
Surfando pela web, encontramos esse material que pode dar uma visão geral do evento. Confira. NOTA: contém alguns nus, seria hipocrisia mostrar Woodstock sem este conteúdo.
“Um dos mais estranhos e sinistros encontros que já tive na vida”, Assim o ator inglês Stephen Fry define a entrevista que fez com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) para seu documentário Out There, atualmente em exibição pela BBC no Reino Unido. No documentário, Fry mostra como a homofobia avança em várias partes do mundo. O Brasil aparece ao lado de Uganda e Rússia como um dos países onde existem políticos e líderes religiosos que perseguem homossexuais.
Assista abaixo o trecho do documentário, com legendas em português, onde Fry entrevista a mãe de Alexandre Ivo, garoto carioca de 14 anos assassinado em 2010 por skinheads, e Jair Bolsonaro. Íntegra de Out There (sem legendas).
O fotógrafo Jimmy Nelson andou pela Etiópia, Indonésia, Papua Nová Guiné, Quênia, Tanzânia, Nova Zelândia, Mongólia, Sibéria, Nepal, China, Vanuatu, Argentina, Equador, Namíbia, Índia, Sibéria e na Península de Chukotka. Tudo isso para registrar todas as tribos que ainda resistem mundo afora, e que estão prestes a se extinguir. Acessar.
As imagens: a Polícia Militar em ação durante as várias manifestações populares acontecidas na cidade do Rio de Janeiro nos últimos meses. A música: Acorda Amor (Julinho de Adelaide / Leonel Paiva). A letra, de 1974, é de Chico Buarque de Holanda que depois ver censuradas "Cálice" e "Apesar de Você" resolveu utilizar o pseudônimo Julinho de Adelaide.
“Acorda Amor”, de 1974, foi composta sob o governo Médici e a sua Doutrina de Segurança Nacional. E foi em nome desta ‘doutrina’ que levava o brasileiro a viver num clima de tanta insegurança e medo e é esta situação que permeia toda a canção. Preferir ao ladrão a Polícia, mostra claramente esta insegurança. Podemos interpretar os versos “Era e dura / Numa muito escura viatura”, como referência à ditadura e aos seus veículos de repressão: “Não é mais pesadelo nada / Tem gente já no vão da escada [...] São os homens”, como exemplo das prisões na madrugada: “Mas depois de um ano eu não vindo / Ponha a roupa de domingo/ E pode me esquecer”, como os sumiços inexplicados; “Se você corre o bicho pega / Se fica, não sei não”; referência aos impasses, às dúvidas: “Dia desses chega a sua hora”, a insegurança; e a solução para o crime político é recorrer ao crime comum: “Chame o ladrão”. BRAUNER, Eugenio. Julinho da Adelaide, um pseudônimo que driblou a Censura - em processo. Nau - Revista eletrônica de crítica e teoria de literaturas Dossiê: a literatura em tempos de repressão PPG-LET-UFRGS – Porto Alegre – Vol. 01 N. 01, jul/dez, 2005.
Como analisar a utilização da música fora de seu contexto original como faz o vídeo?
Numa mesa, Josef Stalin (1878-1953) conversa com Leonardo da Vinci (1452-1519) e um atendo Friedrich Nietzsche (1844-1900) ouve Karl Marx (1818-1883). Vladimir Putin (1952 - ) descansa as pernas ao lado de um esparramado Mike Tyson (1966 - ), enquanto, mais ao fundo, Margaret Thatcher (1925-2013) - segurando a bolsa - olha com desdém...
NOTA: A tela é de autoria de três chineses. Eles estão representados no quadro, em cima do muro no canto direito superior, testemunhando o grande encontro.
Prof.ª Rosemeire Berretini, licenciada em História e Pedagogia.
Professora da rede estadual de educação desde 1987. Atualmente leciona na E.E. "Prof. Eduardo Velho Filho" (Ensino Médio Integral). Bauru, São Paulo, Brasil.
Nota
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