COBERTURA ESPECIAL: http://cobertura.brasildefato.com.br/Vídeo satiriza atuação da Samarco e cobra a responsabilidade da empresa e da Vale (acionista da Samarco) na tragédia em Mariana (MG).Segundo informações do site do Ministério Público Federal / Espírito Santo, a sociedade também pode colaborar com as investigações sobre a tragédia causada pela Samarco, encaminhando imagens (fotos e vídeos) que possam contribuir para demonstrar os danos causados pela passagem da onda de rejeitos de minério. Basta enviar e-mail para pres-prmcol@mpf.mp.brVídeo: Ramon Szermeta / Reprodução Facebook
Posted by Brasil de Fato on Quarta, 11 de novembro de 2015
11 de novembro de 2015
4 de novembro de 2015
Meu Corpo, Minhas Regras
Este video foi feito também em resposta a agressões verbais que recebemos na nossa página de facebook depois do discurso feito pela diretora Petra na premiação do Festival do Rio. No discurso (https://youtu.be/wR0I0JnjsFk) a diretora dedicou o prêmio às mulheres no desejo que nenhuma mulher brasileira seja vítima do machismo, físico ou verbal, e que toda mulher possa ter soberania sobre o próprio corpo. Comentários como "vadia, se não quer ter filho fecha as pernas" inundaram a nossa página. Aqui vai a nossa resposta.
Coletivo As Gaivotas
- com os talentosíssimos atores Bruna Linzmeyer, Barbara Raquel Paz, Johnny Massaro, Nando Alves Pinto, Ricardo Targino, Alexandre Borges, Julia Lemmertz, Mumu, Nanda Costa, Gus Machado, Julia Bernat
Coletivo As Gaivotas
- com os talentosíssimos atores Bruna Linzmeyer, Barbara Raquel Paz, Johnny Massaro, Nando Alves Pinto, Ricardo Targino, Alexandre Borges, Julia Lemmertz, Mumu, Nanda Costa, Gus Machado, Julia Bernat
5 de outubro de 2015
4 de outubro de 2015
Em Busca da Verdade
O documentário da TV Senado "Em Busca da Verdade" conta, a partir das conclusões da Comissão Nacional da Verdade (CNV), como era a estrutura de repressão que foi formada dentro do Estado brasileiro durante o período de Ditadura. A produção venceu o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2015 na categoria documentário.
3 de outubro de 2015
20 de setembro de 2015
Humanos, demasiado humanos*
Um retrato sensível sobre a Terra e seus habitantes. 3 anos de filmagem de mais de 2.000 entrevistas em 70 países. Com testemunhos e imagens aéreas exclusivas, o introspectivo documentário aborda quem nós somos hoje em dia. Não só como comunidade, mas como indivíduos. Através das guerras, discriminações e desigualdades, confrontamos a realidade que também contempla discursos de solidariedade. Uma reflexão do futuro que queremos para nós, seres humanos, e o planeta.
Direção: Yann Arthus-Bertrand
Nota: Em breve estaremos postando os volumes 2 e 3.
* O título da postagem faz referencia a um livro de Friedrich Nietzsche "HUMANO, DEMASIADO HUMANO - Um livro para espíritos livres".
Direção: Yann Arthus-Bertrand
* O título da postagem faz referencia a um livro de Friedrich Nietzsche "HUMANO, DEMASIADO HUMANO - Um livro para espíritos livres".
17 de setembro de 2015
Meu Lar É Onde Estão Meus Sapatos
A Organização Internacional de Migração estuda o movimento migratório global e tem dados que permitem compreender melhor as proporções e destinos migratórios de populações do mundo inteiro.
Usando dados extraídos de um relatório do Banco Mundial publicado em 2010, foi construída uma ferramenta para facilitar a visualização desses dados. Este mapa permite, clique a clique, observar números, origens e destinos de cada país individualmente.
Para visualizar, clique em um país e veja o padrão de migração.
Dica: ao clicar no país, você poderá ver a quantidade de imigrantes vivendo no seu território (Inward), ou (clicando da opção Outward) verá os destinos buscados pelas pessoas daquela nacionalidade.
Cada bolinha representa até 20 mil pessoas.
Fonte: História Ilustrada http://www.historiailustrada.com.br/
O título do post é também o título de uma canção da dupla Sá e Guarabyra.
Usando dados extraídos de um relatório do Banco Mundial publicado em 2010, foi construída uma ferramenta para facilitar a visualização desses dados. Este mapa permite, clique a clique, observar números, origens e destinos de cada país individualmente.
Para visualizar, clique em um país e veja o padrão de migração.
Dica: ao clicar no país, você poderá ver a quantidade de imigrantes vivendo no seu território (Inward), ou (clicando da opção Outward) verá os destinos buscados pelas pessoas daquela nacionalidade.
Cada bolinha representa até 20 mil pessoas.
O título do post é também o título de uma canção da dupla Sá e Guarabyra.
16 de setembro de 2015
Um mundo, muitos olhares
1. Reconstituição (de autor não identificado) do mapa de Eratóstenes, de cerca de 220 a.C. O matemático grego e bibliotecário da Alexandria usou os levantamentos do mundo conhecidos, após as conquistas de Alexandre, o Grande.
2. Um mapa do mundo em 43 d.C.: uma reedição de um mapa desenhado por Pomponius Mela, um estudioso romano creditado como pai da geografia.
Wikimedia Commons / Konrad Miller / Pomponius Mela / Via en.wikipedia.org. Reconstruído em 1898, por Konrad Miller.
3. Um mapa do mundo de 1154 Desenhado pelo cartógrafo árabe Mohammed Idrisi,
Licensed under Public Domain via Commons. / Via en.wikipedia.org
4. Henricus Martellus Germanus, 1489. Seu mapa do mundo, publicado em 1489, seguiu o sistema geográfico de Ptolomeu e foi desenhado em Florença. Uma fato importante para a época é que ele indicava que Cipango (Japão) ficava teoricamente a apenas 5,6 mil km, seguindo-se a oeste, considerando-se o diâmetro da Terra muito menor que o real.
5. O mapa do mundo de Ortelius,1564, o primeiro mapa feito por Abraham Ortelius, criador do primeiro atlas moderno.
“OrteliusWorldMap1570” by Abraham Ortelius - The Library of Congress. Licensed under Public Domain via Commons / Via commons.wikimedia.org
6. A projeção de Mercator, 1569. A primeira e mais famosa “projeção” de um globo esférico em um mapa plano, fornecendo aos marinheiros linhas precisas de longitude e latitude.
Gerardus Mercator / Via en.wikipedia.org
7. Mapa do mundo de I. Evans, publicado em Londres, em 1799, mostra que, no final do século XVIII, o planeta estava praticamente todo descoberto, com as devidas coordenadas.
8. O mundo conforme visto pelo Império Otomano, em 1803.
Ottoman Military Engineering School [Tab’hane-yi Hümayun] / Via imgur.com. Do Cedid Atlas Tercümesi (“O novo grande Atlas”).
9. Um mapa desenhado no Japão imperial, em 1853, centrando-se em Tóquio.
Suido Nakajima / Via imgur.com
10. Este Planisfério foi publicado no Novo Atlas de Geographia de J. Monteiro e F. d'Oliveira - Curso Superior, em janeiro de 1927. Os editores são Livraria Aillaud (Paris), Lellos Limitada (Lisboa) e Livraria Francisco Alves (Brasil). Essa era a configuração do mundo entre as duas guerras mundiais.
11. O planisfério atual (IBGE)
2. Um mapa do mundo em 43 d.C.: uma reedição de um mapa desenhado por Pomponius Mela, um estudioso romano creditado como pai da geografia.
Wikimedia Commons / Konrad Miller / Pomponius Mela / Via en.wikipedia.org. Reconstruído em 1898, por Konrad Miller.
3. Um mapa do mundo de 1154 Desenhado pelo cartógrafo árabe Mohammed Idrisi,
Licensed under Public Domain via Commons. / Via en.wikipedia.org
4. Henricus Martellus Germanus, 1489. Seu mapa do mundo, publicado em 1489, seguiu o sistema geográfico de Ptolomeu e foi desenhado em Florença. Uma fato importante para a época é que ele indicava que Cipango (Japão) ficava teoricamente a apenas 5,6 mil km, seguindo-se a oeste, considerando-se o diâmetro da Terra muito menor que o real.
5. O mapa do mundo de Ortelius,1564, o primeiro mapa feito por Abraham Ortelius, criador do primeiro atlas moderno.
“OrteliusWorldMap1570” by Abraham Ortelius - The Library of Congress. Licensed under Public Domain via Commons / Via commons.wikimedia.org
6. A projeção de Mercator, 1569. A primeira e mais famosa “projeção” de um globo esférico em um mapa plano, fornecendo aos marinheiros linhas precisas de longitude e latitude.
Gerardus Mercator / Via en.wikipedia.org
7. Mapa do mundo de I. Evans, publicado em Londres, em 1799, mostra que, no final do século XVIII, o planeta estava praticamente todo descoberto, com as devidas coordenadas.
8. O mundo conforme visto pelo Império Otomano, em 1803.
Ottoman Military Engineering School [Tab’hane-yi Hümayun] / Via imgur.com. Do Cedid Atlas Tercümesi (“O novo grande Atlas”).
9. Um mapa desenhado no Japão imperial, em 1853, centrando-se em Tóquio.
Suido Nakajima / Via imgur.com
10. Este Planisfério foi publicado no Novo Atlas de Geographia de J. Monteiro e F. d'Oliveira - Curso Superior, em janeiro de 1927. Os editores são Livraria Aillaud (Paris), Lellos Limitada (Lisboa) e Livraria Francisco Alves (Brasil). Essa era a configuração do mundo entre as duas guerras mundiais.
11. O planisfério atual (IBGE)
14 de setembro de 2015
2 de setembro de 2015
Excêntrico
excêntrico¹ (ex.cên.tri.co)
a.
1. Afastado do centro, ou que se desvia em relação ao centro de um sistema concêntrico (colunas excêntricas)
2. Cujo centro não é o mesmo (de outro sistema, com outro centro) (eclipse excêntrico)
sm.
3. Mec. Dispositivo mecânico que modifica um movimento circular contínuo para um movimento retilíneo alternativo
4. Mec. Peça em máquina rotativa que gira em torno de um centro que não é o seu próprio centro geométrico
5. Astron. No sistema ptolemaico, o círculo em que o centro descrevia um movimento uniforme por um móvel fictício em torno do qual o planeta realizava sua órbita
[F.: Do lat. eccentricus.]
excêntrico² (ex.cên.tri.co)
a.
1. Diz-se de quem tem comportamento estranho, incomum (milionário excêntrico); BIZARRO; EXTRAVAGANTE; EXÓTICO
2. Que não é normal (situação excêntrica)
sm.
3. Indivíduo excêntrico (1)
[F.: Do ing. eccentric.]
[Do Dicionário Aulete]
1 de setembro de 2015
Lar
Home é um documentário lançado em 2009, produzido pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand. O filme é inteiramente composto de imagens aéreas de vários lugares da Terra. Mostra-nos a diversidade da vida no planeta e como a humanidade está ameaçando o equilíbrio ecológico. Narrado em português (Portugal).
Direção: Yann Arthus-Bertrand
Roteiro: Isabelle Delannoy, Yann Arthus-Bertrand, Denis Carot, Yen le Van
Música: Armand Amar
Fotografia: Michel Benjamin, Dominique Gentil
31 de agosto de 2015
29 de agosto de 2015
Assim naufraga nossa humanidade
24 de agosto de 2015
19 de agosto de 2015
Os gritos do ‘fora Dilma’ nas manifestações
18 de agosto de 2015
12 de agosto de 2015
O Assassinato de Trotsky
No próximo 21 de agosto, a morte do revolucionário Leon Trotsky completa 75 anos e o Observatório da Imprensa resgata a trajetória deste personagem com relatos de testemunhas e historiadores em um programa especial sobre o líder da revolução bolchevique de 1917 que implantou a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas ou União Soviética.
O organizador do Exército Vermelho foi cruelmente assassinado a golpes de picareta em seu exílio, no México, por Ramon Mercader del Rio, um espanhol infiltrado sob as ordens do ditador Joseph Stalin. O assassino foi preso e durante 20 anos não confessou o mandante do crime, apesar dos intensos interrogatórios dos policiais mexicanos. Solto, voltou para a Rússia e foi condecorado com honrarias de herói militar e viveu até a morte em Cuba, financiado pelo governo soviético.Sob a mira de Stalin, o herói da revolução russa foi processado, humilhado e exilado em vários países até conseguir se refugiar no México. A trágica história de Trotsky e seu assassinato é lembrada no Observatório pelo autor de “O homem que amava os cachorros”, o cubano Leonardo Padura e por Esteban Volkov, neto e único familiar de Leon Trotsky que testemunhou o assassinato do avô além de historiadores, filósofos e jornalistas.
Com depoimentos atuais e imagens históricas, o Observatório da Imprensa recupera o assassinato de Trotsky da lata de lixo da história.
O organizador do Exército Vermelho foi cruelmente assassinado a golpes de picareta em seu exílio, no México, por Ramon Mercader del Rio, um espanhol infiltrado sob as ordens do ditador Joseph Stalin. O assassino foi preso e durante 20 anos não confessou o mandante do crime, apesar dos intensos interrogatórios dos policiais mexicanos. Solto, voltou para a Rússia e foi condecorado com honrarias de herói militar e viveu até a morte em Cuba, financiado pelo governo soviético.Sob a mira de Stalin, o herói da revolução russa foi processado, humilhado e exilado em vários países até conseguir se refugiar no México. A trágica história de Trotsky e seu assassinato é lembrada no Observatório pelo autor de “O homem que amava os cachorros”, o cubano Leonardo Padura e por Esteban Volkov, neto e único familiar de Leon Trotsky que testemunhou o assassinato do avô além de historiadores, filósofos e jornalistas.
Com depoimentos atuais e imagens históricas, o Observatório da Imprensa recupera o assassinato de Trotsky da lata de lixo da história.
9 de agosto de 2015
O discurso de ódio se propaga no país
Impulsionado pela crise e propelido pela internet, que amplifica ideias antes à sombra, discurso de ódio se acirra no país. O autor entrevista o jovem de extrema direita que atacou a presidente Dilma em Stanford e ouve estudiosos sobre o clima de intolerância e a dificuldade de acomodar conflitos no Brasil atual. Clique na imagem para ler.
O autor: Bernardo Carvalho, 54, é escritor e jornalista, autor de, entre outros, "Reprodução" (Companhia das Letras), vencedor do Prêmio Jabuti de 2014.
3 de agosto de 2015
Entre Rios
Um ótimo e curtinho documentário sobre a catástrofe que fizemos com os rios da cidade de São Paulo, tratando-os pura e simplesmente como obstáculos para o progresso da cidade. Deu no que deu e dá no que dá - os problemas com o trânsito, pessoas estressadas e pouco saudáveis e a crise hídrica deixam isso bastante claro. Em Bauru, e na maioria de nossas cidades, seguimos os mesmos caminhos. A monstruosidade do viaduto recém inaugurado é um testemunho monumental à nossa estupidez.
2 de agosto de 2015
Uma Olhar Sobre a Crise
Valério Arcary é historiador e um dos fundadores do PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado). Antes foi dirigente do PT e da CUT e hoje é crítico dos governos petistas. Ele afirma que as crises social e política no país caminham para uma convergência. E que só com as grandes crises as sociedades passam por verdadeiras transformações.
20 de julho de 2015
Ninguém Enxergava a Cor Azul Até os Tempos Modernos
Essa não é mais uma história sobre o vestido azul e preto ou branco e dourado. É sobre a maneira que os seres humanos vêem o mundo e sobre como enxergamos as cores. Você sabia que até relativamente pouco tempo na história da humanidade, o azul não existia? Não da maneira que enxergamos hoje. - Leia mais...
12 de julho de 2015
O Grito
Angústia e desespero existencial dão o tom da pintura “O Grito”, do norueguês Edvard Munch 1863-1944), criada em 1893. A famosa tela ganhou vida e ainda mais intensidade em um curta-metragem de animação, dirigido pelo cineasta Sebastian Cosor.
Sobre a obra, Munch escreveu em seu diário: “Passeava com dois amigos ao pôr-do-sol – o céu ficou de súbito vermelho-sangue – eu parei, exausto, e inclinei-me sobre a mureta– havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do fjord e sobre a cidade – os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade – e senti o grito infinito da Natureza”.
A trilha sonora do curta “The Scream” fica por conta da canção “Great Gig In The Sky”, do Pink Floyd.
Fonte: Catraca Livre
10 de julho de 2015
6 de julho de 2015
Favela Amazônia
Um terço da população das grandes e médias cidades da Amazônia vive em territórios do tráfico e com violações de direitos humanos. Nas periferias da maior floresta tropical, a qualidade de vida é pior que nos morros e nas favelas de Rio de Janeiro e São Paulo. O Estado encontrou uma nova realidade na Região Norte, onde máfias desviam cartões do Bolsa Família e da Previdência, grupos manipulam relatórios de vacina e mortalidade infantil e milícias tomam o espaço dos antigos pistoleiros. Diante do aumento do êxodo provocado por políticas públicas, a fronteira e a mata perdem moradores e os assassinatos de sem-teto nas periferias superam homicídios por disputas de terra. Em defesa de seus direitos, uma nova geração de lideranças sociais desafia poderes paralelos nos centros urbanos amazônicos. Clique para acessar.
Salvar os bancos ou as pessoas?
Excelente documentário sobre os beneficiários dos resgates bancários na Europa - não, não foram os países nem sequer os cidadãos que com os seus impostos pagam estes regates. Trata-se de um documentário extremamente sóbrio e objetivo. Inclui entrevistas a vários ministros das finanças europeus, a ex-administradores de bancos (os atuais não dão entrevistas), a ativistas, etc. Mostra quem realmente beneficiou dos resgates e mostra também as profundas consequências destes resgates. Embora de 2013, ajuda a entender o que ocorre atualmente na Grécia.
25 de junho de 2015
2 de junho de 2015
A última flor do Lácio
A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos 30 anos está mostrando que o português...
Posted by Pesquisa Fapesp on Quinta, 30 de abril de 2015
25 de maio de 2015
15 de maio de 2015
12 de maio de 2015
7 de maio de 2015
28 de abril de 2015
Em nome da razão
“O horror, o horror”.
"Em nome da razão", documentário dirigido por Helvécio Ratton e produzido pelo Grupo Novo de Cinema e TV e pela Associação Mineira de Saúde Mental. A fotografia é de Diliny Campos; a montagem, de José Tavares Barros e o texto narrado, do psiquiatra Antonio Simone. Retrata a tragédia vivida pelos milhares de internos do Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais, que refletia o cenário nacional nos idos de 1979. O filme é um marco da luta e da reforma política de saúde mental no Brasil e desencadeou muitas discussões e mobilização da opinião pública relativa à necessidade de urgente transformação. Através dela, foi possível o desencadeamento de acontecimentos históricos que confrontaram o manicômio e os limites da racionalidade psiquiátrica.
"Em nome da razão", documentário dirigido por Helvécio Ratton e produzido pelo Grupo Novo de Cinema e TV e pela Associação Mineira de Saúde Mental. A fotografia é de Diliny Campos; a montagem, de José Tavares Barros e o texto narrado, do psiquiatra Antonio Simone. Retrata a tragédia vivida pelos milhares de internos do Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais, que refletia o cenário nacional nos idos de 1979. O filme é um marco da luta e da reforma política de saúde mental no Brasil e desencadeou muitas discussões e mobilização da opinião pública relativa à necessidade de urgente transformação. Através dela, foi possível o desencadeamento de acontecimentos históricos que confrontaram o manicômio e os limites da racionalidade psiquiátrica.
22 de abril de 2015
Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava (1973).
“Um dia chegava, tirava o filho da gente pra vender. Hum! Minha mãe num foi vendida? Minha mãe num era daqui. Minha mãe era lá da Bahia. Foi. Vendero aí pra um vendedor aí, ó! Meu avô num foi vendido? Meu avô era africano e foi vendido. Então? Foi vendido, num é? Foi o Visconde! Minha avó foi vendida. Isso tudo foi vendido. Agora vai vender quem é? Vão vender quem é? Vai vender ocê?…(Solta uma gargalhada) Vão vender quem é?”
Importante relato sobre a escravidão no Brasil, uma entrevista de 1973 transcrita e publicada no blog Spirito Santo, traz conversa com Maria Teresa, ex-escrava, de 117 anos na época.
19 de abril de 2015
Quando as mães jogavam seus filhos no rio
“¿Quién se acordará de nosotros, quién sabrá cómo hemos acabado? ¿Tienen estas líneas algún sentido?”.
Está em espanhol mas a leitura vale a pena. Em último caso, ou necessidade, utilize o Google Tradutor.
☻Agora em português.
Está em espanhol mas a leitura vale a pena. Em último caso, ou necessidade, utilize o Google Tradutor.
☻Agora em português.
13 de abril de 2015
7 de abril de 2015
Sobre ter culhão
Um show de palavrões e uma ideia importantíssima - nunca temer o que é difícil de entender.
Clóvis de Barros é advogado, jornalista e professor universitário. Doutor em Direito Constitucional e em Sociologia do Direito e em Ciências da Comunicação.
Para quem se interessar pela aula completa, clique aqui.
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Clóvis de Barros é advogado, jornalista e professor universitário. Doutor em Direito Constitucional e em Sociologia do Direito e em Ciências da Comunicação.
Para quem se interessar pela aula completa, clique aqui.
4 de abril de 2015
Zygmunt Bauman: Para que serve a sociologia?
"A única coisa que podemos ter certeza, é a incerteza."
"Jedyne, czego możemy być dziś pewni, to niepewność."
Leia a entrevista clicando aqui. Depois assista ao vídeo onde Bauman reflete sobre a individualização da sociedade contemporânea. Democracia, laços sociais, comunidade, rede, pós-modernidade, dentre outros tópicos analisados por uma das grandes mentes da contemporaneidade.
30 de março de 2015
A imagem mais triste do dia

Na Síria, uma menina confundiu a máquina fotográfica de um jornalista com uma arma. Num gesto instintivo, levantou os braços em jeito de rendição e tornou-se imagem de um conflito que se arrasta. E um retrato de nossa miserável condição.
Foto: Huffington Post (28/03/2015)
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que quase 14 milhões de crianças são afetadas pelo conflito na Síria e no Iraque. Um dado que esta imagem parece suportar. A menina, de quem se desconhece o nome, mostrou, num único gesto, que entende como funcionam as armas e que sabe como deve a agir para garantir que sobrevive. Pelo menos por mais um dia.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que quase 14 milhões de crianças são afetadas pelo conflito na Síria e no Iraque. Um dado que esta imagem parece suportar. A menina, de quem se desconhece o nome, mostrou, num único gesto, que entende como funcionam as armas e que sabe como deve a agir para garantir que sobrevive. Pelo menos por mais um dia.
26 de março de 2015
19 de março de 2015
A Rebelião dos Pinguins
Produção chilena de não-ficção, que mostra os registros da chamada "Revolução dos Pinguins", quando estudantes chilenos foram as ruas em protesto contra o sistema educacional do país em 2006.
17 de março de 2015
14 de março de 2015
5 de março de 2015
14 de fevereiro de 2015
Admirável (?) Mundo Novo
2081 é um curta-metragem realizado por Chandler Tuttle (2009), baseado no conto "Harrison Bergeron", de Kurt Vonnegut (1961).
Basicamente é a história de uma sociedade distópica na qual os governantes promovem a eliminação das diferenças físicas e mentais impondo handicaps, limitações artificiais, aos elementos mais dotados. Os mais belos têm de usar máscaras, os mais fortes têm de carregar pesos, os mais inteligentes têm de usar mecanismos auriculares que os desconcentram, os mais ágeis têm de usar contrapesos que limitam os seus movimentos, os que vêem melhor têm de usar óculos que limitam a sua visão, e por aí em diante. O objetivo do governo ao eliminar dessa maneira as desigualdades naturais é, aparentemente, nivelar as capacidades dos elementos da sociedade, tendo em vista eliminar a possibilidade de competição e, logo, de conflito entre esses elementos. No limite, os objetivos últimos de tão radical estratégia são a pacificação social, a harmonia social e a felicidade geral.
Basicamente é a história de uma sociedade distópica na qual os governantes promovem a eliminação das diferenças físicas e mentais impondo handicaps, limitações artificiais, aos elementos mais dotados. Os mais belos têm de usar máscaras, os mais fortes têm de carregar pesos, os mais inteligentes têm de usar mecanismos auriculares que os desconcentram, os mais ágeis têm de usar contrapesos que limitam os seus movimentos, os que vêem melhor têm de usar óculos que limitam a sua visão, e por aí em diante. O objetivo do governo ao eliminar dessa maneira as desigualdades naturais é, aparentemente, nivelar as capacidades dos elementos da sociedade, tendo em vista eliminar a possibilidade de competição e, logo, de conflito entre esses elementos. No limite, os objetivos últimos de tão radical estratégia são a pacificação social, a harmonia social e a felicidade geral.
Nota: O curta permite múltiplas leituras, inclusive uma com a qual não temos nenhuma concordância: que a igualdade física e mental seja uma condição necessária para a igualdade social (muito menos concordamos que aquela seja uma condição suficiente para esta).
Logorama
Voltamos com o espetacular LOGORAMA, um filme de curta-metragem animado francês de 2009, dirigido por François Alaux, Hervé de Crecy e Ludovic Houplain.
O filme apresenta diversas situações ocorridas em uma Los Angeles feita de mascotes e logos de diversas empresas. Os personagens principais são dois policiais Bibendums que recebem uma chamada de roubo cometida por Ronald McDonald, e saem em perseguição.
O curta-metragem ganhou o Premio Kodak no Festival de Cannes de 2009, e o Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação do Oscar 2010.
O filme apresenta diversas situações ocorridas em uma Los Angeles feita de mascotes e logos de diversas empresas. Os personagens principais são dois policiais Bibendums que recebem uma chamada de roubo cometida por Ronald McDonald, e saem em perseguição.
O curta-metragem ganhou o Premio Kodak no Festival de Cannes de 2009, e o Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação do Oscar 2010.






























