Um dos grandes nome da ciência contemporânea, Neil DeGrasse Tyson quando indagado sobre a baixo índice de mulheres na ciência dá uma resposta fantástica.
29 de outubro de 2014
25 de outubro de 2014
"No Somos Todos: Nos Faltan Cuarenta y Tres"
26 de setembro do ano de 2014: Um grupo de estudantes da Escola Rural para Normalistas de Ayotzinaga chega até a cidade de Iguala (Estado de Guerreiro) para arrecadar subsídios para desenvolver suas atividades acadêmicas, entre elas a participação nas marchas em homenagem aos mortos de Tlatelolco, na Cidade do México. Ao saírem da empresa de ônibus Estrella Oro que os levaria à capital do país, os jovens são alvejados pela polícia, seis pessoas morrem, vinte ficam feridas e quarenta e três estudantes são “desaparecidos” pelas forças repressivas oficiais e paramilitares. O mandante do crime é ninguém menos que o prefeito de Iguala, José Luis Abarca. A partir de então uma onda de protestos toma conta do México e de suas embaixadas e consulados no exterior, exigindo respostas sobre o “desaparecimento” dos estudantes e punição aos responsáveis.
O México renasce em chamas...
Clique aqui para ler.
Veja a animação. Leia o livro!
THE OLD MAN AND THE SEA (O VELHO E O MAR).
Rússia/Canadá/Japão, 1999. Direção de Aleksandr Petrov.
Ganhador do Oscar em 2000 como melhor curta animado, a adaptação do clássico de Ernest Hemingway, "O Velho e o Mar" é uma obra prima do animador russo Alexander Petrov. O curta com pouco mais de 20 minutos de duração, demorou pouco mais de 2 anos para ser produzido, pois Petrov pintou a óleo e fotografou cada um dos 29 mil frames em quadros de vidro.
Para quem não sabe, O Velho e o Mar foi o último livro de Hemingway publicado durante a sua vida e conta a história de um velho pescador que decide enfrentar o alto mar em busca de um peixe gigante.
Rússia/Canadá/Japão, 1999. Direção de Aleksandr Petrov.
Ganhador do Oscar em 2000 como melhor curta animado, a adaptação do clássico de Ernest Hemingway, "O Velho e o Mar" é uma obra prima do animador russo Alexander Petrov. O curta com pouco mais de 20 minutos de duração, demorou pouco mais de 2 anos para ser produzido, pois Petrov pintou a óleo e fotografou cada um dos 29 mil frames em quadros de vidro.
Para quem não sabe, O Velho e o Mar foi o último livro de Hemingway publicado durante a sua vida e conta a história de um velho pescador que decide enfrentar o alto mar em busca de um peixe gigante.
24 de outubro de 2014
20 de outubro de 2014
Enquanto Seu Lobo Não Vem*

O Tropicalismo foi um movimento artístico do final da década de 1960 que buscou reinventar as artes brasileiras, sobretudo a música, e romper com as tendências nacionalistas defendidas por setores de esquerda que queriam afastar a arte brasileira da influência norte-americana. Quem defendia o Tropicalismo achava impossível conciliar a evolução musical e cultural do país, e consequentemente, o progresso e o projeto de independência nacional, sem levar em conta a inserção nos acontecimentos do período, como a revolução sexual e a Guerra Fria. O movimento se apoiou em teses modernistas como o Antropofagismo, que acreditava ser possível absorver e reaproveitar de maneira benéfica os conteúdos dos produtos culturais estrangeiros.
Entre 1967 e 1968 os músicos Tom Zé, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Os Mutantes, o produtor musical Rogério Duprat, o maestro Júlio Medaglia, os escritores José Agrippino de Paula e Torquato Neto, o teatrólogo José Celso Martinez Corrêa e os artistas plásticos como Lygia Clark e Hélio Oiticica, entre outros, fizeram parte de um projeto criativo que resultou no disco-manifesto "Tropicália ou Panis et Circensis". A característica principal deste grupo era a miscelânea de ideias e estéticas que uniam temas urbanos e modernos aos folclóricos e populares. Na música, a guitarra elétrica e outros equipamentos elétricos apareciam ao lado de instrumentos tradicionais da música brasileira. Toda essa miscelânea resultou num momento cultural único, que ficou marcado pela explosão de ideias e também pela efemeridade. O Ato Institucional número 5, em dezembro de 1968, marcou o endurecimento da Ditadura Militar que resultou no fim da tolerância do regime em relação aos seus críticos e no exílio de milhares de intelectuais e artistas (entre eles, Caetano Veloso e Gilberto Gil).
*O título do post é o título de uma canção de Caetano Veloso.
Assista aos dois programas comandados por Charles Gavin que contam a história de um dos movimentos mais marcantes da história da MPB.

